Em discurso direto
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Rui Paiva
A Futurefulness na VERTEX 2018
20 Setembro 2018
Este evento  apresentou a junção de 2 mundos: o mundo futuro e o mundo vivido na sua plenitude do agora. Nem sempre estão em sincronia. Falamos e ouvimos regularmente falar sobre a importância de planear, o que se relaciona automaticamente com um futuro e um planeamento para esse futuro. Para além disso, ouvimos também falar do quão importante é viver no presente, ter consciência do presente e estar completamente presente. De forma plena. Mas chega de dissecar.

Todos sabemos que a maior parte do nosso tempo profissional se foca no que pretendemos atingir amanhã. Como vai a tecnologia do futuro responder aos negócios futuros? Como o faremos eficazmente? Como viveremos para planear o nosso "What’s Next?”. O que se segue com o que está a mudar e a evoluir no mundo através da ciência, da inovação, da tecnologia, do empreendedorismo, da educação, mas também da ética, dos valores e, sem dúvida, do amor. Uhhhh, que palavra inesperada. Pronto, ainda não está preparado para isso. Tudo bem. Vamos chamar-lhe "preocupação”.
Preocupa-se com algo ou alguém quando se apercebe que quer pensar nisso e quer envolver-se nisso.
Preocupamo-nos com as relações, umas mais do que outras. Essas relações podem ser com os nossos pensamentos, ideias, viagens, um novo idioma, um sonho, uma marca, uma nova novidade.

FUTUREFULNESS – apesar de não ser tecnicamente uma palavra do dicionário Oxford – é entendida por alguns como a aptidão para pensar sobre o futuro, não deixando nada de fora. A atração em estar preparado para um futuro sem paralelo é uma constante nas nossas vidas diárias. É melhor que sejamos inspirados pelo desconhecido e aventureiros com a descoberta.

Já não existe uma nova competência para a vida. Já não conseguimos prever que iremos estar envolvidos em tarefas, testes e tribulações da mesma forma durante anos, meses, ou mesmo dias.

Não há melhor altura do que agora, para parar, refletir e abraçar a mudança e a adaptação constante. Como podemos fazê-lo, oiço-o perguntar? Através da partilha da nossa influência humana – sempre o fizemos, mas podemos sempre fazer mais e melhor. Construir, melhorar e partilhar expansivamente devia ser um treino diário para a nossa mente. Apenas isso nos pode preparar para enfrentar o inesperado.

Com isto, e porque este movimento novo e acelerado de partilha assim o permite, eis o meu pensamento final e instragramável: faça tudo menos ficar quieto. Esta é a forma de alcançar o pensamento futuro.


Rui Paiva
CEO WeDo Technologies



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